Dá-lhe, Brasil!
Sem tirar os olhos dos computadores e dos gráficos de
oscilação do consumo, profissionais ficaram a postos para atender à demanda do
Sistema Interligado Nacional.
Em campo, contra a Sérvia, viu-se outra Seleção Brasileira
na quarta-feira (27), no último confronto da primeira fase da Copa da Rússia.
Mais aguerrida e com mais personalidade, a equipe do técnico Tite venceu com
facilidade a partida por dois a zero. No setor elétrico brasileiro, que
garantiu à população assistir aos jogos sem risco de apagões, a qualidade dos
profissionais equivale à dos melhores jogadores: tudo funcionou à perfeição,
mesmo considerando que o consumo, em dia de jogo do Brasil, oscila rapidamente,
com quedas e aumentos bruscos.

Oscilação durante a partida
Enquanto a Seleção Canarinho jogava na Rússia, na
quarta-feira, o consumo de energia elétrica no País oscilou bastante. Nos 30
minutos que antecederam o confronto, entre 14h30 e 15h, ocorreu uma queda no
consumo de 4.146 MW. A seguir, com a bola rolando, houve nova queda, desta vez
de 1.419 MW nos 15 minutos iniciais.

A usina de Itaipu, mais uma vez, funcionou como uma
retaguarda de segurança para o setor elétrico. Técnicos brasileiros e
paraguaios, torcendo pela Seleção Brasileira, mas sem tirar os olhos dos
computadores e dos gráficos de acompanhamento de oscilação do consumo,
permaneceram a postos para atender a demanda do Sistema Interligado Nacional.


Economia de energia
Um dado curioso é que os jogos da Seleção Brasileira
representam uma economia no consumo de energia do País. Isso acontece,
principalmente, porque as empresas liberam os funcionários para assistirem aos
jogos em casa, evitando o consumo de ar-condicionado, iluminação predial, entre
outros. No total, a primeira fase gerou uma economia de energia de 52.500 MWh
em todo o País.

Fotos Alexandre Marchetti
Texto Assessoria Itaipu Binacional BR
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